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Curado, Paulo

Flautista, Saxofonista, Improvisador, Compositor

Nascido em Espinho em Novembro de 1960.
 
Com formação clássica e jazzística, na Academia de Amadores de Música, no Conservatório Nacional e na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, Paulo Curado situa-se, como instrumentista, na área do jazz e da música improvisada.
Neste contexto colabora regularmente com outros músicos e interage com expressões diversas, das quais destaca:
 
SHISH co-fundador com José Peixoto 1984
Plopoplot pot dirigido por Nuno Rebelo em 1990
Idefix dirigido por Sérgio Pelágio em 1992
O Lugar da Desordem, trio de Paulo Curado desde 1995 com Bruno Pedroso, baterista e Pedro Gonçalves, contrabaixista
The Implicate Order/at Seixal em 2001 com Steve Swell, Ken Filiano, Lou Grassi e Rodrigo Amado
LIP dirigido por Rodrigo Amado - participação no disco do grupo gravado ao vivo no festival lxmescla, editado em 2002
Sonografias com o pintor António Jorge Gonçalves, que pinta em tempo real em suporte digital projectado de maneira a tirar partido da arquitectura envolvente, apresentado pela primeira vez na Fábrica da Pólvora.
As Sete Ilhas de Lisboa, Trio com João Paulo Esteves da Silva, pianista e Bruno Pedroso, baterista, que se estreou no Jazz em Agosto 2003
Party, de Hugo Maia na Casa dos Dias de Água em 2004, reposto na ZDB em 2005
Multiplismos, ciclo da Granular na ZDB em que tocou flauta com um septeto de, laptopers em 2005
 
Destaca ainda a participação durante os anos 80, nos grupos de Janita Salomé, José Mário Branco, Júlio Pereira, músicos fundamentais da Música Popular Portuguesa e a participação num concerto no Teatro S. Luis do guitarrista Carlos Paredes, gravado pela RTP.
 
 
Como compositor, tem trabalhado para teatro, dança, cinema de animação e música para crianças
 
Bom Dia Benjamim, co-autor, com José Peixoto e Nuno Artur Silva do projecto dum disco e um livro infantil com desenhos de Cristina Sampaio, editados pela Movieplay, uma peça de teatro produzida para a Expo 98, encenada por António Feio e uma série de animação realizada por Nuno Amorim.
O Estranho Caso dos Sons Marados - autor das músicas e da sonorização - CD infantil com guião das Produções Fictícias, produzido pela Spara.
 
Para teatro, compôs as músicas para as peças:
 
A Vida Não é Literatura, encenação de Suzana Borges, na Cultrgest;
Ninguém Está Virgem encenação de António Feio, no Teatro Universitário da Faculdade de Economia de Lisboa
Perdidos em Yonkers, e
Duas Semanas com o Presidente encenação de António Feio no CCB
Arte encenação de António Feio, no Teatro Vilaret
Elefantes no Jardim de Virgílio Almeida encenação de Teresa Sobral, no Teatro Taborda
Rastos de António Ferreira, encenação de Paulo Filipe, no Teatro Aberto
Terrorismo dos irmãos Presniakof, encenação de Jorge Silva Melo, no Teatro Taborda
O Amor de Fedra de Sara Kane, encenação de Jorge Silva Melo
Direcção e desenho de som da peça, no CCB
Dois Irmãos de Fausto Paravidino, encenação de Jorge Silva Melo, no Festival de Teatro de Almada
A Fábrica de Nada de Judith Herzberg, co-composição com Rui Rebelo, encenação de Jorge Silva Melo, na Culturgest
Flash Black de Denis Mpunga, encenação de João Miguel Rodrigues, no CCB
 
Para dança, compôs as músicas para as coreografias:
 
Despe-te e Nada e
Miss Liberty de Mónica Lapa
Déclassé de Amélia Bentes
 
 
Para cinema de animação compôs músicas para os filmes
 
Cof cof e
Staurt de José Pedro Cavalheiro,
A Caixa Negra de Nuno Amorim,
Fragmentos de Sal de Cristina Teixeira
De Cabeça Perdida e
Selo ou não Sê-lo de Isabel Aboim,
 
e para as séries:
A Demanda do R e
Os Patinhos de Rui Martins e Humberto Santana
Bom Dia Benjamim, realização de Nuno Amorim, baseada em desenhos de Cristina Sampaio
As Aventuras de Moli, de Ricardo Branco, produzida pela Animanostra
 
 
Foi sócio da produtora de animação Animais, lda. desde 1997 até 2005, onde fez sonoplastia e direcção de som, tendo trabalhado nas sonorizações dos filmes atrás referidos e no Jantar em Lisboa de André Carrilho , na adaptação para série de animação de ´Bom Dia Benjamim e na série produzida pela Animanostra “Ficções do Assombro”.
 
Colaborou ainda, de 1996 a 2000, no Atelier de Técnicas Narrativas da Fundação Calouste Gulbenkian, onde assinou músicas e/ou sonoplastias de filmes premiados, como 'Lado B', 'Inverno' e “Sopa Fria.
 
Foi durante dois anos lectivos professor de música da Escola do Chapitô.

 
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